quinta-feira, 18 de junho de 2009

Junho, mês do amor!


Quem não quer um amor?! Ter alguém para amar e, ser amado, é uma das metas de todo ser vivente, Deus nos criou com essa necessidade, o amor é o dom supremo. "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, sem amor, eu nada seria" I Coríntios 13:1

Como encontrar um amor

Para um amor encontrar
não há segredo
é só o amor praticar

Amor, esse verbo
deve ser realizado
Em tudo o que você faz
Ele deve ser acrescentado

O Criador do amor
Em todos os lugares está
Ele distribui porções
Para você pegar
Ao acordar
com amor à Ele agradeça

Ao sua refeição preparar
Uma colherada de amor
Você deve adicionar

Quem provar de sua refeição
vai sentir o gostinho
do seu coração

Quando com as pessoas encontrar
O amor em tí
elas devem visualizar

E você será lembrado
pelo seu amor desinteressado

Sua disposição em amar
a lugares cheios de boas oportunidades
vai te levar

Se com amor você souber olhar
Não importa a pessoa, o lugar ou a situação
Coisas boas como um tesouro
você vai garimpar
porque vê com o coração

Aí, quando distraído você estiver
receberás uma surpresa, do amor
sem avisar
Para uma linda história começar

Impressionado ficarás
por ser tão fácil
Daí concluirá que...

Amor recebe
quem amor
não economizar
Autora: Eliane Andrade

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Corrente do amor




Paulo vinha para casa de bicileta pela estrada, já era noite e estava frio e garoando quando ele avistou um carro parado no canto. Percebeu que havia uma senhora aflita e o pneu do carro estava furado. Ele então ofereceu ajuda, ela mau conseguiu abrir a janela de tanto medo.
- Calma senhora, é só um pneu furado. Pode ficar aí dentro, eu vou trocar ele rapidinho.
Minutos depois ele terminou e com as mãos sujas foi até a janela e disse:
- Prontinho! A senhora pode ir. - E, sorrindo, acenou com a mão.
A mulher ofereceu a ele dinheiro como forma de agradecimento, mas Paulo não aceitou:
- Não precisa me pagar, eu sei que a senhora ficou grata pela minha ajuda e eu gosto de ajudar as pessoas. Está tarde, frio e garoando, a estrada é deserta, jamais eu iria passar direto sem prestar socorro. Faça o seguinte, quando a senhora tiver oportunidade, ajude um necessitado e pense em mim, essa será sua forma de me agradecer. Tenha uma boa viagem senhora!
- Obrigada moço! - disse a mulher, e partiu.

Alguns quilômetros depois ela parou em um restaurante, quando entrou, uma garçonete grávida de mais ou menos 8 meses e que parecia bem cansada, lhe atendeu com um sorriso muito simpático e deu a ela uma toalha para que secasse as gostas da chuva sobre o rosto. O restaurante estava quase fechando, mas a gaçonete prestou um excelente atendimento àquela senhora.
Quando foi embora, a senhora deixou como gorjeta para a garçonete 4 notas de 100 reias sobre a mesa, com um bilhete escrito:

- Muito obrigada pela sua preciosa atenção, deixo-lhe um presente. Hoje precisei e recebi ajuda, e quero retribuir essa ajuda a você. Que Deus lhe abençoe!
A garçonte ficou muito feliz, pois agora poderia comprar o bercinho do bebê. Depois que a lanchonete fechou ela pegou o ônibus e foi para casa.
Chegando em casa tomou um banho e foi se deitar, seu marido já estava dormindo. Ela falou bem baixinho em seu ouvido:
- Amor, hoje meu dia foi muito bom. Sei que tudo vai dar certo para nossa família, tenha uma boa noite de sono querido. Te amo PAULO...

Todo bem que você faz, volta para você! Pense nisso e não quebre esta corrente. Assim que tiver oportunidade, demonstre seu amor pelo próximo.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O menino e as pedras



Certa vez um menino conversou com seu pai, que gostaria de mudar de escola. Não gostava dos colegas, não se dava bem com os professores, reclamava de qualquer brincadeira ou algo que fizessem com ele.

Disse ao pai que não tolerava ninguém naquela escola. Porém, não era a primeira vez que seu pai o trocava de escola pelos mesmos motivos. Então o pai resolveu sugerir ao filho uma solução para o seu problema, ele disse:

- Faça o seguinte, já que não consegue suportar ninguém na escola que você estuda, a partir de segunda-feira toda vez que alguém fizer algo que você não goste, que te deixe chateado e você não consiga perdoar, pegue uma pedra do tamanho da raiva que te deu e coloque em sua mochila. Se você sentir pouca raiva coloque uma pedra pequena, se sentir muita coloque uma pedra grande, e aguarde as minhas próximas instruções.

O menino então ficou feliz pensando na iminente vingança contra seus colegas de escola, e durante a semana foi juntando as pedras assim como seu pai havia lhe aconselhado. Na sexta-feira suas costas já estavam insuportavelmente doloridas e algumas pedras que estavam pontudas tinham machucado suas costas também. Mas ele estava determinado a completar o plano do pai.

No final de semana o menino levou a mochila cheia de pedras para o pai. Seu pai pediu para que ele tirasse as pedras e falou:

- Filho, essas pedras simbolizam toda raiva que você alimentou durante essa semana. Assim como as pedras a raiva é pesada e pontiaguda. Toda vez que a guarda é como se estivesse guardando pedras, aos poucos sua "mochila mental" vai ficando pesada e as pedras vão machucando suas costas, e o único prejudicado é quem as carrega. Foi o que aconteceu com você, guardou e carregou a raiva a semana inteira, não conseguiu pensar em seus estudos, nas pessoas que você gosta, em nenhum divertimento, porque só se concentrou na raiva que teve das pessoas.

Perceba que você, durante essa semana, não cresceu, não progrediu, não se deu oportunidade de fazer amigos, se tornou um garoto chato que só sabe reclamar e não consegue ver nada de positivo nos lugares onde esteve, passou o dia e foi dormir pensando nas "pedras da raiva", andou envergado com o peso e machucado com as pontas das pedras. Só você perdeu!

Então filho, jogue suas pedras fora, se torne leve e seja feliz.


A partir dessa conversar com seu pai, o menino percebeu quanto tempo e oportunidades perdeu com sua mania de colecionar raivas e decidiu jogar suas pedras fora como símbolo de sua escolha em reagir de forma diferente dali por diante.

domingo, 24 de maio de 2009

Os sete talentos

Um rico senhor de terras precisou fazer uma viagem demorada. Chamou então três de seus funcionários de maior confiança e deu a eles bens preciosos, talentos, para que cuidassem até o seu retorno.
Ao primeiro funcionário deu quatro talentos, ao segundo, dois e ao terceiro um talento e partiu para em viagem.
O primeiro funcionário foi à cidade e negociou os três talentos recebendo de lucro mais três talentos; o segundo fez o mesmo, negociou os dois talentos que havia recebido e ganhou mais dois de lucro; o terceiro funcionário, não fez uso do talento, o enterrou para que ficasse bem protegido.
Quando o patrão voltou da viagem chamou os três funcionários para que lhe prestassem contas. O primeiro devolveu ao patrão os seis talentos, ele ficou muito feliz porque seu funcionário havia multiplicado os talentos, então deu a ele os três talentos de lucro. O segundo devolveu também os quatro talentos, o patrão também ficou feliz com o desempenho do funcionário e lhe presenteou com dois talentos. O terceiro desenterrou o talento e devolveu ao patrão, que ficou muito decepcionado com e o demitiu por não ter feito uso de seu talento e deu o talento àquele funcionário que tinha conseguido mais lucro, e disse:
- Quem tem talentos e os usa, mais recompensas terá ganhado, mas aquele que não usa até o que tem lhe será tirado.

Conclusão: quando nascemos Deus nos dá um dom que é um talento ou uma habilidade. E assim como ilstrado nesta história devemos fazer bom uso do nosso talento, aperfeiçoá-lo e desenvolvê-lo sempre. Quanto mais usamos, mais recompensados somos.
Não enterre seu talento! Se você ainda não sabe qual é o seu, peça para Deus lhe mostrar, comece a usá-lo e alcance o sucesso!

Adaptação do capítulo 25 do livro de Mateus.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Pessoas

Há pessoas que querem ser bonitas para chamar a atenção,
outras desejam a inteligência para serem admiradas.
Mas há algumas que procuram cultivar a Alma e os Sentimentos.
Essas alcançam a admiração de todos,
porque além de belas e inteligentes
tornam-se realmente PESSOAS.

Autor desconhecido

terça-feira, 19 de maio de 2009

Ele fez diferente


Afonso é um empresário de sucesso, administra sua empresa com entusiasmo, tem muita disposição para trabalhar e se destaca por ser muito otimista e ver sempre o lado positivo das situações.
Quando chega em seu escritório tem sempre uma pilha de documentos para analisar e assinar, decisões para tomar, problemas para resolver, enfim, seus dias de trabalho são sempre cheios e cansativos. Mas Afonso não perde seu equilíbrio e bom humor.
Ele não abre mão de fazer as refeições com sua família, sempre presenteia sua esposa e dá muita atenção aos filhos, todos os finais de semana vai à igreja com sua família agradecer a Deus por tudo o que tem.

Do outro lado da cidade, vive um outro homem chamado Pedro. Ao contrário de Afonso, Pedro é um homem que não consegue se manter em nenhum emprego, é alcoolatra e passa a maior parte de seus dias no bar jogando e bebendo.
Sua esposa trabalha o dia inteiro, quando chega do trabalho cuida da casa, dos filhos e prepara o jantar. Frequentemente Pedro reclama da comida, agride a mulher e os filhos, e sua família está sempre com dificuldades financeiras e passando necessidades.
Em um dia de domingo Pedro saiu pela manhã e foi ao bar, como de costume, beber e jogar. Bebeu muito e ao ir embora caiu na calçada e dormiu debaixo de um sol escaldante de verão. Seu vizinho o tirou da calçada e o levou para casa, quando Pedro acordou o vizinho lhe fez algumas perguntas:
- Pedro, por que você faz isso? Bebe até cair, envergonha sua família, acaba com a sua própria reputação?
Ele respondeu:
- Esse é meu destino... meu pai também era assim, um alcoólatra desempregado e sempre agredia minha mãe, eu e meu irmão. Quando eu fiz 18 anos fui embora de casa, e me tornei a cópia do meu pai, não tive outro modelo para seguir...

Neste mesmo domingo, Afonso dava uma palestra a jovens universitários em uma faculdade no centro da cidade. Quando terminou a palestra, abriu um espaço para perguntas e um dos participantes levantou a mão e perguntou a Afonso a quem atribuía todo seu sucesso profissional. Afonso então respondeu:
- Caro jovem, eu devo todo o meu sucesso ao meu pai. Ele era um alcoolatra desempregado, gastava todo dinheiro em jogos e bebidas, agredia minha mãe, eu e meu irmão... quando eu fiz 18 anos decidi sair de casa e nesse dia eu prometi a mim mesmo que jamais iria ser como meu pai, determinei que faria tudo diferente em minha vida. Arrumei um emprego simples e procurei ser o melhor funcionário, me dediquei aos estudos, depois me casei e montei meu próprio negócio, sou o oposto do meu pai, valorizo minha esposa e meus filhos e agradeço a Deus por tudo o que tenho. Eu tenho um irmão, chamado Pedro, faz uns 15 anos que não o vejo, acredito que ele esteja bem assim como eu.

Afonso e Pedro eram irmãos, o que fez a diferença entre eles foi a atitude que cada um tomou diante do modelo de pai e família que tiveram. Afonso fez sua escolha: decidiu fazer diferente e usou o exemplo de seu pai para o seu crescimento.
Pedro também fez sua escolha, deciciu copiar o exemplo do pai e usá-lo como desculpa para justificar seus fracassos.

O rei e seu ministro

Num reino distante havia um rei que tinha como funcionário um ministro que se destacava pela sua fé em Deus. Além de funcionário, o ministro era amigo e conselheiro do rei. Quando o rei precisava tomar uma decisão importante sempre pedia a opinião de seu ministro.
Certa vez o rei, ao participar de um esporte com espadas, sofreu um acidente onde perdeu um de seus dedos da mão. Muito chateado com o que aconteceu o rei procurou seu ministro e desabafou:
- Sou um homem honesto e bom, vou sempre à igreja, procuro sempre ser justo... não entendo por que Deus permitiu que isso acontecesse comigo... estou muito chateado.
O ministro, depois de ouvi-lo com muita paciência, respondeu o seguinte:
- Majestade, não fique triste porque tudo o Deus faz é bom!
O rei não gostou da resposta dada pelo ministro, achou que ele tinha desdenhado do acidente e banalizado seus sentimentos. Furioso, mandou prender o ministro na masmorra do castelo. Ele foi preso sem reclamar.
Dias depois, o rei participou de uma caçada na floresta, se perdeu e foi capturado por uma tribo de canibais que iam oferecer o rei como sacrifício aos seus deuses. A tribo preparou a aldeia para o ritual e no dia da cerimônia do sacrifício pegaram o rei, retiraram sua roupa, o colocaram no centro da aldeia e examinaram seu corpo. Quando viram que em sua mão faltava um dedo, desistiram de sacrificá-lo alegando que ele estava com "defeito" e não poderia ser oferecido aos deuses.
Os canibais soltaram o rei na floresta, e ele saiu correndo e feliz e quando chegou ao seu castelo sua primeira atitude foi soltar o ministro e contar para ele o que tinha acontecido:
- Você realmente tinha razão - concluiu o rei - mas eu não entendi uma coisa... Você é um homem tão cheio de fé e tão mais dedicado a Deus, por que então Ele permitiu que eu lhe prendesse injustamente?
O ministro respondeu:
- Olha majestade, se o senhor não tivesse me prendido aqui, eu teria ido contigo a floresta e, certamente, eu teria sido sacrificado pelos canibais. Deus permitiu que seu dedo fosse perdido para que a sua vida e a minha fosse salva. Tudo o que Deus faz é bom, pode acreditar!