Um rico senhor de terras precisou fazer uma viagem demorada. Chamou então três de seus funcionários de maior confiança e deu a eles bens preciosos, talentos, para que cuidassem até o seu retorno.
Ao primeiro funcionário deu quatro talentos, ao segundo, dois e ao terceiro um talento e partiu para em viagem.
O primeiro funcionário foi à cidade e negociou os três talentos recebendo de lucro mais três talentos; o segundo fez o mesmo, negociou os dois talentos que havia recebido e ganhou mais dois de lucro; o terceiro funcionário, não fez uso do talento, o enterrou para que ficasse bem protegido.
Quando o patrão voltou da viagem chamou os três funcionários para que lhe prestassem contas. O primeiro devolveu ao patrão os seis talentos, ele ficou muito feliz porque seu funcionário havia multiplicado os talentos, então deu a ele os três talentos de lucro. O segundo devolveu também os quatro talentos, o patrão também ficou feliz com o desempenho do funcionário e lhe presenteou com dois talentos. O terceiro desenterrou o talento e devolveu ao patrão, que ficou muito decepcionado com e o demitiu por não ter feito uso de seu talento e deu o talento àquele funcionário que tinha conseguido mais lucro, e disse:
- Quem tem talentos e os usa, mais recompensas terá ganhado, mas aquele que não usa até o que tem lhe será tirado.
Conclusão: quando nascemos Deus nos dá um dom que é um talento ou uma habilidade. E assim como ilstrado nesta história devemos fazer bom uso do nosso talento, aperfeiçoá-lo e desenvolvê-lo sempre. Quanto mais usamos, mais recompensados somos.
Não enterre seu talento! Se você ainda não sabe qual é o seu, peça para Deus lhe mostrar, comece a usá-lo e alcance o sucesso!
Adaptação do capítulo 25 do livro de Mateus.
domingo, 24 de maio de 2009
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